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TRILHA 2

⚙️ Setup & Prompting

Como ligar a feature, escrever o prompt de spawn perfeito e evitar os antipatterns mais comuns.

3
Módulos
18
Tópicos
~3h
Duração
Inter.
Nível

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

2.1~50 min

⚡ Setup do Claude Code

Flag experimental, settings.json, modos de display e treinar o repo com a doc oficial.

O que é:

Verifique claude --version ≥ 2.1.32 e ative CLAUDE_CODE_EXPERIMENTAL_AGENT_TEAMS=1 em settings.json.

Por que aprender:

Sem isso, nada da feature funciona — e o erro silencioso aparece como "Claude não criou agentes".

Conceitos-chave:

Settings em .claude/settings.json (projeto) ou ~/.claude/settings.json (user); env vs JSON.

O que é:

teammateMode aceita auto (default), tmux (split-pane) ou in-process (tudo no mesmo terminal).

Por que aprender:

Ver os teammates ao vivo é o que separa "fé cega" de "diagnóstico". Tmux é o ouro padrão.

Conceitos-chave:

VS Code/Windows Terminal/Ghostty NÃO suportam split; flag --teammate-mode sobrescreve por sessão.

O que é:

Teammates herdam permissões do lead. Pré-aprove tools comuns no permissions.allow do settings.

Por que aprender:

Sem pré-aprovação, cada teammate pausa para perguntar — o time vira sequencial na prática.

Conceitos-chave:

Allowlist por padrão de comando (Bash(npm *)); evite --dangerously-skip em produção.

O que é:

Salve a doc oficial em docs/agent-teams-reference.md para o lead consultar localmente.

Por que aprender:

Lead com referência local toma decisões melhores e mais rápidas; reduz busca web em runtime.

Conceitos-chave:

CLAUDE.md aponta para os docs; subagent definitions em .claude/agents/ ficam acessíveis a teammates.

O que é:

Teammates carregam CLAUDE.md, MCP servers e skills do projeto e do user — igual a uma sessão normal.

Por que aprender:

Configurar MCP/skill bem feito uma vez vale para todos os teammates; reduz prompt boilerplate.

Conceitos-chave:

Subagent definitions usadas como teammates NÃO carregam skills/mcpServers do frontmatter.

O que é:

Rodar o prompt do vídeo (Backend + Frontend + QA) e observar o ciclo: spawn → trabalho → QA reprova → retrabalho.

Por que aprender:

Se o smoke passa, seu setup está sólido. Se trava, você sabe que é configuração — não prompt.

Conceitos-chave:

3 teammates Sonnet; deliverable = landing page funcional; observar idle notifications no log.

2.2~55 min

📝 Anatomia do prompt de spawn

Goal → Team → Roles → Final deliverables: o template canônico em 4 blocos.

O que é:

Frase única que descreve o objetivo final do time, não o passo-a-passo. Ex: "construir app que rode em localhost:3000".

Por que aprender:

Teammates acordam sem contexto; o Goal dá norte para decisões locais que o lead não pode antecipar.

Conceitos-chave:

Goal é compartilhado com todos os teammates; deve ser observável (ter critério de aceite).

O que é:

"Crie um time de N teammates usando Sonnet/Haiku/Opus" — explicite tamanho e modelo padrão da equipe.

Por que aprender:

Sem N explícito o lead chuta. Sem modelo, default herda do lead — pode ser caro demais.

Conceitos-chave:

3–5 teammates é o ponto ótimo; misture modelos por papel; nomeie o time (facilita auditoria).

O que é:

Cada role tem 3 campos: o que faz, o que entrega, e para quem manda mensagem ao terminar.

Por que aprender:

Sem destinatário explícito, todos voltam ao lead — o que vira gargalo. Sem entrega, há retrabalho.

Conceitos-chave:

Use nomes ("Backend Dev manda para Frontend Dev"); território de arquivos por role.

O que é:

Lista explícita de artefatos que devem existir ao fim: app rodando, tests/report.md, docs/build-summary.md, etc.

Por que aprender:

Define o critério de "terminei" do lead. Sem isso, o time pode encerrar com trabalho parcial.

Conceitos-chave:

Deliverables observáveis (paths e formatos); critérios mensuráveis; "executável" > "código pronto".

O que é:

Mantenha prompts/spawn-fullstack.md, spawn-pr-review.md, spawn-debug.md versionados.

Por que aprender:

Times bem desenhados são reutilizáveis. Salvar bons prompts vale ouro — escala para o time todo.

Conceitos-chave:

Variáveis (módulo a revisar, papel principal); changelog do prompt; "playbook por situação".

O que é:

Lab de transformar "faça uma equipe pra criar um app" em prompt de 4 blocos com roles e deliverables claros.

Por que aprender:

Ver o "antes/depois" treina o olho — depois o aluno corrige no automático.

Conceitos-chave:

Eliminar ambiguidades; nomear destinatários; explicitar formato do entregável; checar "quem dorme com qual arquivo".

2.3~50 min

✓✗ Faça vs Não Faça

As 5 práticas que multiplicam qualidade e os 5 antipatterns que arruínam a equipe.

O que é:

Cada arquivo tem um único teammate responsável. Nada de "front e back editam App.js".

Por que aprender:

Sem ownership, há overwrite silencioso. É a fonte #1 de "trabalho perdido" em times de agentes.

Conceitos-chave:

Pastas por papel (src/api/ = backend; src/ui/ = frontend); contratos via mailbox.

O que é:

Cada role entrega um artefato verificável: arquivo, endpoint, teste passando — não "um relatório".

Por que aprender:

Artefato força o agente a fechar; relatório vago vira ping-pong.

Conceitos-chave:

Path + formato + critério de aceite; "ver no terminal" > "descrever em texto".

O que é:

"Quando terminar, mande para Frontend Dev". Nome explícito no prompt do papel.

Por que aprender:

Sem destinatário, todos retornam ao lead — eliminando a vantagem do mailbox.

Conceitos-chave:

Nomes consistentes; "envie para Y após terminar X"; lead cuida só de exceções.

O que é:

3 a 5 teammates é o doce-spot de paralelismo vs coordenação. Acima disso, retornos diminuem.

Por que aprender:

Times grandes parecem "mais sérios" mas geram coordenação demais e desperdício de tokens.

Conceitos-chave:

5–6 tasks/teammate; se > 15 tasks, comece com 3 teammates; escale só se medir ganho real.

O que é:

Inclua links, arquivos relevantes, severidade desejada, formato do report — diretamente no prompt do papel.

Por que aprender:

Teammates "acordam zerados". O que não estiver no spawn, não existe para eles.

Conceitos-chave:

CLAUDE.md ajuda; mas instruções específicas da tarefa têm que ir no prompt; explicite tom/severidade.

O que é:

5 erros comuns: arquivo compartilhado, deliverable vago, presumir o plano, 10+ integrantes, nenhum contexto.

Por que aprender:

Reconhecer cada um por nome ajuda a corrigir prompts no instante — em vez de relançar a equipe.

Conceitos-chave:

Cada antipattern tem contraparte FAÇA; checklist mental de 5 itens antes de dar enter.

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