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TRILHA 4

🔧 Diagnóstico, Custo & Encerramento

6 armadilhas comuns, árvore de decisão Teams/Subagent, economia de tokens, shutdown limpo e limitações.

5
Módulos
30
Tópicos
~3h
Duração
Inter.
Nível

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

4.1~50 min

⚠️ 6 armadilhas e correções

Permissões, conflito de arquivo, agente ocioso, tokens demais, trabalho perdido, aprovação errada.

O que é:

Sintoma: cada teammate trava perguntando permissão para npm, git, etc.

Por que aprender:

Sem isso o time vira sequencial. Pré-aprovar é a primeira correção que dobra produtividade.

Conceitos-chave:

Allowlist em .claude/settings.json; usar padrões (Bash(npm *)); nunca skip permissions em produção.

O que é:

Dois teammates editam o mesmo arquivo; o segundo sobrescreve o primeiro silenciosamente.

Por que aprender:

É o erro mais difícil de detectar — não há crash, só código faltando. Auditoria via git diff é essencial.

Conceitos-chave:

Territórios por pasta no spawn; "Backend Dev possui src/api/, ninguém mais escreve lá".

O que é:

Teammate fica esperando outro; trabalho dele depende do anterior por dependência mal modelada.

Por que aprender:

Se 1 dos 5 fica ocioso 80% do tempo, você está pagando 5× mas obtendo 4×. Custo silencioso.

Conceitos-chave:

Tasks paralelas iniciais; QA roda mocks enquanto Dev codifica; lead nunca espera por todos.

O que é:

Conta dispara, throughput não acompanha. Sintoma típico de "swarm" de 10+ agentes.

Por que aprender:

Reduzir teammates ou trocar Sonnet por Haiku no QA já corta 30–50% do custo.

Conceitos-chave:

3–5 teammates; modelos por papel; preferir subagent quando der; cortar contexto inicial.

O que é:

Sessão fecha mal e algumas decisões/análises ficam só na memória do teammate — perdidas.

Por que aprender:

Salvar em arquivo é a única "memória durável" de um team. Sem isso, replay é impossível.

Conceitos-chave:

Arquivos temporários por papel; resumos em docs/; commit incremental no git.

O que é:

Lead aprova planos ruins ou rejeita planos bons; critério mal calibrado.

Por que aprender:

No início, peça revisão humana de planos para calibrar critério; depois delegue ao lead.

Conceitos-chave:

"Send all plans to me" temporário; critérios precisos no prompt; medir taxa de aprovação x retrabalho.

4.2~45 min

🧭 Quando usar Teams

Árvore de decisão e 5 estudos de caso aplicados.

O que é:

Trabalho atravessa 3+ camadas técnicas independentes. Cross-layer é o caso de ouro do Teams.

Por que aprender:

É a situação onde Teams ganham subagentes com folga: 3 contextos especializados em paralelo.

Conceitos-chave:

Front + back + DB; Mobile + API + analytics; ML + serving + observability.

O que é:

Debug com várias teorias; PR review com múltiplas lentes; reproduzir bug por caminhos diferentes.

Por que aprender:

Anchoring é o inimigo da investigação; teammates "adversários" colapsam o tempo de descoberta.

Conceitos-chave:

5 teammates testando 5 hipóteses; debate estruturado; consenso ao fim.

O que é:

Squad com QA reativo: Dev entrega, QA reprova/aprova, Dev refaz. O loop Dev↔QA é o ouro.

Por que aprender:

Subagent não consegue "rejeitar e devolver" para o caller — só Teams faz quality gate dinâmico.

Conceitos-chave:

Critérios de QA explícitos; mailbox para feedback; QA tem direito de bloquear release.

O que é:

Tarefa que vai 1→2→3 sem ramificações: rename de função, refactor pequeno, tipagem.

Por que aprender:

Team aqui só adiciona overhead e tokens. Sessão única + subagent pontual basta.

Conceitos-chave:

Sequencial = não paraleliza; coordenação custa; "use a ferramenta certa".

O que é:

Vários teammates editam o mesmo arquivo ou precisam de TODO o contexto compartilhado.

Por que aprender:

Você vai pagar 5× e ter overwrite ou agentes copiando contexto. Sessão única ou subagent é melhor.

Conceitos-chave:

"Quem dorme com qual arquivo?"; se a resposta for "todos", não use Team.

O que é:

Pergunta 1: precisam conversar entre si? Pergunta 2: precisa paralelo real? Pergunta 3: cabe em 1 contexto?

Por que aprender:

Ter as 3 perguntas decoradas evita a maioria dos erros de uso. Decida em 30 segundos.

Conceitos-chave:

Sim/Sim/Não → Team; Não/Sim/Não → Subagentes; Não/Não/Sim → Single session.

4.3~45 min

💰 Custo e dimensionamento

Token economics, modelo por papel, regras de tamanho e medição.

O que é:

Cada teammate = 1 contexto = 1 multiplicador linear de tokens. 5 agentes ≈ 5× sessão única.

Por que aprender:

Saber a "lei do custo" antes te impede de cair na sedução do "swarm com 10 agentes".

Conceitos-chave:

Custo = N × tokens médios × preço modelo; ganho ≠ N×; coordenação tem custo.

O que é:

A doc oficial e a prática convergem: 3–5 é o melhor balanço entre paralelismo e coordenação.

Por que aprender:

Acima de 5, ganhos diminuem rápido. Menos de 3, raramente vale Teams sobre subagentes.

Conceitos-chave:

5–6 tasks/teammate; se 15 tasks, comece com 3; promova só com evidência.

O que é:

QA simples ou doc → Haiku. Implementação padrão → Sonnet. Arquitetura/decisão crítica → Opus.

Por que aprender:

Misturar modelos por papel reduz custo total em 30–50% sem perda de qualidade.

Conceitos-chave:

Especifique no spawn por role; subagent definitions já trazem modelo no frontmatter.

O que é:

Use /cost no Claude Code, hooks PostToolUse para logar tokens, e relatórios por teammate.

Por que aprender:

Sem números, "sentir caro" vira intuição ruim. Medir sempre antes de cortar.

Conceitos-chave:

Tokens por papel; tempo de wall-clock; ratio output/input; identifique o role mais caro.

O que é:

Pesquisa, busca de arquivos, sumário de logs — não precisa conversar entre si. Subagent ganha em custo.

Por que aprender:

Misturar Teams (onde precisa) + Subagent (onde não precisa) é como bons engenheiros operam.

Conceitos-chave:

Subagent = 1 chamada extra; Team = N sessões; nunca use Team para "buscar arquivo".

O que é:

Se um teammate vai para o caminho errado, não espere ele "achar"; desligue e respawne com prompt corrigido.

Por que aprender:

Cada minuto adicional de teammate descarrilado é custo zero retorno. Reset é barato.

Conceitos-chave:

Shutdown via lead; reentrar com novo prompt; manter context do que deu errado em arquivo.

4.4~40 min

🚪 Encerramento limpo

Save first, clean second, close third — e quem nunca deve rodar cleanup.

O que é:

Antes de qualquer cleanup, peça que cada teammate consolide arquivos finais e relatórios.

Por que aprender:

É a única "memória" que sobra após shutdown. Sem isso, todo o trabalho vira efêmero.

Conceitos-chave:

Deliverables previstos no spawn; resumo final por papel; commit incremental.

O que é:

Lead pede shutdown a cada teammate; quando todos confirmam, roda cleanup the team.

Por que aprender:

Apenas o lead deve rodar cleanup; teammate fazendo isso pode deixar resources inconsistentes.

Conceitos-chave:

Cleanup falha se há teammate ativo; ordem importa; teammate pode rejeitar shutdown se não terminou.

O que é:

Após cleanup, encerre a sessão do lead. Os artefatos ficam, o estado do team some.

Por que aprender:

Não tente "reusar" o lead após cleanup; spawne novo team se precisar continuar.

Conceitos-chave:

Lead é fixo na sessão de origem; sem promoção/transferência; saída limpa = sem zumbis.

O que é:

Matar processo no terminal sem cleanup. Resultado: arquivos órfãos, configs órfãs, estado desconhecido.

Por que aprender:

Saber o custo do shortcut te impede de usá-lo por preguiça. É reservado para emergências.

Conceitos-chave:

Limpe manualmente ~/.claude/teams/<team>/ e tasks órfãos; tmux kill quando aplicável.

O que é:

Após cleanup, audite git diff, deliverables vs spawn e custo total para fechar o ciclo.

Por que aprender:

É a hora de aprender. Pós-mortem rápido feeds melhora dos próximos prompts.

Conceitos-chave:

Cheklist: deliverables ok? testes passam? custo previsto? armadilha encontrada?

O que é:

Quando uma run dá certo, salve prompt, settings e resultados para repetir o sucesso.

Por que aprender:

Times reusáveis com prompts versionados é o pulo do gato para escalar produtividade do squad.

Conceitos-chave:

Pasta prompts/; changelog do prompt; templates parametrizados.

4.5~30 min

🚧 Limitações conhecidas

A feature é experimental — saiba o que ainda não funciona.

O que é:

Após /resume, o lead pode tentar mensagear teammates que não existem mais; mande respawnar.

Por que aprender:

Saber a limitação evita confusão "por que ele está mandando para o nada?"

Conceitos-chave:

Spawne novos teammates; informe o lead da troca; aceite o "reset parcial".

O que é:

Teammate às vezes esquece de marcar task como completed e bloqueia dependentes.

Por que aprender:

Saber que existe te faz desbloquear na hora ao invés de "ficar esperando".

Conceitos-chave:

Marque manualmente; cutuque o teammate via mensagem; auditar antes de cleanup.

O que é:

Teammate termina request/tool atual antes de sair, então shutdown pode demorar minutos.

Por que aprender:

Não force kill se der tempo; espera é mais limpa.

Conceitos-chave:

Pacientemente; só force kill em deadlock real; tools longas (build) são as principais culpadas.

O que é:

Um lead gerencia apenas um team de cada vez; clean up antes de spawnar outro.

Por que aprender:

Não há "mudança de time" no meio; planeje a sessão em torno do team que vai existir.

Conceitos-chave:

Cleanup → novo spawn; sessões separadas para teams independentes.

O que é:

Apenas o lead pode criar/gerenciar team. Teammates não criam sub-teams nem outros teammates.

Por que aprender:

Modelagem hierárquica não funciona em Teams hoje. Use subagents para "ajudantes" do teammate.

Conceitos-chave:

Subagent dentro do teammate é OK; flat model only; lead = único orquestrador.

O que é:

VS Code Terminal, Windows Terminal e Ghostty NÃO suportam split. Use in-process ou outro terminal.

Por que aprender:

Ajuda a planejar workflow; muitos times trabalham só em VS Code e isso impacta diagnóstico.

Conceitos-chave:

Cheque which tmux; default in-process funciona em qualquer terminal.

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