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MÓDULO 6.2

⚙️ Configuração & prompting

Como ligar Equipes no settings.json, o template de prompt que sempre funciona e a tabela FAÇA / NÃO FAÇA.

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Ativando Equipes no Claude Code

settings.json com env AGENT_TEAMS=1, seta para tela de equipes ativas

🔍 O que mostra

A flag única que liga a feature: dentro de settings.json, a seção "env" recebe a variável "AGENT_TEAMS": 1. À direita, a tela "Equipes Ativas ✓" com 3 agentinhos confirmando que o orquestrador agora pode spawnar teammates de verdade.

🎯 Como aplicar

No primeiro dia em qualquer máquina nova, edite ~/.claude/settings.json (ou o do projeto) e adicione a env. Sem essa flag, qualquer prompt do tipo "crie uma equipe de…" cai em fluxo de subagent, e você vai pensar que a feature está bugada quando na verdade ela está desligada.

🗺️ Decodificando a imagem

  • 📄 settings.json — arquivo de config. Pode ser global (~/.claude/) ou de projeto (.claude/).
  • "env": { "AGENT_TEAMS": 1 } — exatamente esse JSON liga a feature.
  • 🖥️ "Equipes Ativas ✓" — confirmação visual que o Claude Code reconhece a flag.
  • "Adicionar ao config" — note que o legend não diz "executar comando"; é apenas edição de JSON.
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Template de prompting de equipe

Template: Crie uma equipe de [N] usando [modelo], com 3 papéis exemplo

🔍 O que mostra

A fórmula universal de spawn: "Crie uma equipe de [N] usando [modelo]…" seguida de uma lista numerada onde cada linha é "[Papel] → possui + produz". Os 3 exemplos derivados (Designer de API possui /api e produz rotas + spec; Engenheiro de BD produz migrações + esquema; Redator de Testes produz testes + suíte) mostram a estrutura aplicada.

🎯 Como aplicar

Use linguagem simples e literal. Cada teammate precisa de duas coisas escritas no prompt: o "possui" (qual diretório/arquivo é seu território exclusivo) e o "produz" (o que será o entregável final). Sem isso, a equipe vira sopa: dois agentes brigam pelo mesmo arquivo, ou três terminam sem ter nada concreto para devolver.

🗺️ Decodificando a imagem

  • [N] — número de teammates (mantenha 3–5; ver Trilha 4 para custos).
  • [modelo] — Sonnet (default), Haiku para tarefas leves.
  • [Papel] — nome curto e descritivo, vira o nickname do teammate.
  • "possui" — território; arquivos/diretórios sob domínio exclusivo.
  • "produz" — entregável; o que precisa estar pronto ao fim do trabalho.
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FAÇA / NÃO FAÇA

Tabela espelhada: 5 boas práticas (verde) vs 5 antipatterns (vermelho)

🔍 O que mostra

Tabela espelhada com 5 pares lado a lado. FAÇA (verde): defina responsáveis por arquivo, defina entregáveis, nomeie destinatários, mantenha 3–5 integrantes, dê contexto completo. NÃO FAÇA (vermelho): compartilhar mesmo arquivo, entregáveis vagos, pressupor o plano, 10+ integrantes, sem contexto prévio.

🎯 Como aplicar

Use como checklist literal antes de enviar o prompt. Cada item da coluna vermelha equivale a um sintoma que aparece na Trilha 4 — esse card os previne na origem. Quase todo bug operacional de equipe é um item aqui que escapou no prompt inicial.

🗺️ Decodificando os 5 pares

  • Responsáveis ↔ mesmo arquivo — territórios disjuntos previnem conflitos de edição.
  • Entregáveis claros ↔ entregáveis vagos — "produzir um relatório" é vago; "produzir tests/report.md com seção X" é claro.
  • Nomear destinatários ↔ pressupor o plano — diga "envie o spec para o Backend Dev"; não assuma que o teammate vai descobrir.
  • 3–5 ↔ 10+ — orçamento humano de orquestração; acima de 5 a coordenação degrada.
  • Contexto completo ↔ sem contexto — teammates não veem seu chat (ver módulo 6.3).
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